Julimar Fernandes

Vocal

Comecei a tocar e a gostar de música aos 9 anos. Perdi meus pais aos 13 e sofri profundamente com isso durante os anos seguintes a perda. Por não ter vivido de fato o luto na época, a minha válvula de escape para conseguir encarar e aceitar as tribulações da vida era a música.

Tive minha primeira banda aos 17 anos, juntamente com o Raul (guitarrista), chamada Syron Field. Tocávamos algumas músicas do Metallica, Megadeth, Iron Mainden e também alguns sons da onda do Nu Metal, que estava estourando na época, como Slipknot e System of a Down.

Bandas como As I Lay Dying, Killswitch Engage, Soilwork, Slipknot, Mudvayne, Raunchy e Trivium foram e ainda são minhas principais influências. Elas despertaram ainda mais o desejo de ter uma banda de tal nível profissional e de colocar toda a paixão e alma em minhas próprias composições/letras.
Tais influências trouxeram certa perspectiva de mundo. Moldaram o meu senso crítico, minha visão artística e amplitude musical.

Aos 19 anos eu sofri uma paralisia facial parcial. O lado esquerdo do meu rosto não se mexia. Por instantes pensei que se tratava de um derrame/AVC, mas era apenas falta de vitaminas B no organismo. Mas esse problema me fez ter uma conexão maior com a música e me fez conhecer bandas como o As I Lay Dying, Killswitch Engage e August Burns Red. Algumas destas (AILD e ABR) eram consideradas cristãs na época e, por não poder sair de casa, parte porque o meu olho esquerdo não se fechava e ardia demasiadamente e também por receber certas chacotas do tipo “Rambo Magrelo” (devido a boca torta), ficava apenas trancado dentro de casa, na realidade na casa dos meus tios, e a única coisa que tinha era um mp4 com algumas músicas que tinha custado a baixar e essas músicas eram dessas respectivas bandas. Estando com o coração mais maleável e me sentindo inteiramente dependente de outras pessoas e também algo que fosse transcendente, me rendi ao cristianismo e, futuramente, fui compreender melhor essa concepção e cosmovisão cristã de maneira completa e transformadora; completamente diferente da religiosidade conservadora e hipócrita que se vê na tv e é pregado por muitos “gurus” por aí!
Depois de passar por algumas bandas e projetos que foram de certa forma “frustrantes”, acabei me encontrando musicalmente e artisticamente na Raising Conviction, quando o Raul tinha conhecido o Peter (também guitarrista) e me contava cheio de empolgação e alegria nos olhos o quanto o ainda “projeto”, era promissor e impressionante. De primeira me dispus a ser o vocalista!

Posteriormente, devido a alguns problemas pessoais e também musicais, me afastei por um curto tempo da banda e logo voltei firme e animadão pra continuar o corre!

 

Sou um nerd!
Apaixonado por cinema, fotografia, quadrinhos e séries.

Trabalho com design gráfico, fotografia, motion design, edição de vídeos e gerenciamento & marketing em redes sociais. Sou casado com a minha querida Jéssica, que me ajuda demais em alguns corres da banda e também nos corres da vida.

A melhor série de todos os tempos pra mim fica entre Breaking Bad e Dark (Netflix). Ainda tenho dúvida de qual eu acho melhor… (talvez seja Dark mesmo, eita série boa!)

O meu filme favorito (ou filmes favoritos) é a trilogia do Senhor dos Anéis. Amo todos os três filmes e são uma inspiração pra mim em vários sentidos!

David Fincher e Denis Villeneuve são os melhores diretores de cinema pra mim.

Gosto muito de Batman v Superman (muitos vão me julgar por isso!)

Tenho um fascínio por VFX (efeitos visuais) e vivo assistindo vídeos a respeito no YouTube!

Gosto também de algumas bandas tipo Opeth, Rammstein, Underoath, Project46, Machine Head, Demon Hunter, Deftones, System of a Down, Stone Sour, Bleeding Throught, Architects…

Sou cristão, me considero um discípulo, mas não me rendo a alienação religiosa contemporânea. Minha cosmovisão de mundo me dá o norte pra vida e não um sistema religioso hoje defasado, que escraviza e aliena as pessoas, fazendo com que os preconceitos, julgamentos e falso moralismo sejam o epicentro e verdade para as pessoas.